DEXTER E A VINGANÇA NA SOCIEDADE DO ESPETÁCULO: UMA ANÁLISE À LUZ DA ÉTICA UTILITARISTA

Autores

  • Bianca Sabrina Ribeiro Macedo uneb

Palavras-chave:

vulnerabilidade, violência, psicopatia, moralidade, espetáculo

Resumo

O presente artigo analisa a obra audiovisual Dexter (2006-2013) sob a ótica da filosofia moral e do Direito. A narrativa apresenta Dexter Morgan, um perito forense e assassino em série que utiliza o "Código de Harry" para executar criminosos que escaparam do sistema judicial. Através de uma abordagem interdisciplinar, investiga-se o conflito entre a ética utilitarista de John Stuart Mill e o imperativo categórico de Immanuel Kant. Adicionalmente, utiliza-se o conceito de Sociedade do Espetáculo de Guy Debord para compreender a sedução estética que legitima o vigilantismo perante o público. Conclui-se que a moralidade seletiva do protagonista, embora palatável num cenário de crise das instituições, representa uma erosão do Estado de Direito e uma violação do valor absoluto da vida humana.

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Publicado

2026-10-25

Edição

Seção

GT 4 Direito e Humanidades