O poder da linguagem e as narrativas processuais

Autores

  • Alberto Vespaziani Università degli Studi del Molise (Italia)

DOI:

https://doi.org/10.21119/anamps.11.69-84

Palavras-chave:

linguagem, poder, narração, constituição, jurisprudência, processo

Resumo

O texto questiona a ambivalente relação que liga o poder da linguagem à linguagem do poder. Explora, portanto, o conceito de narração em sua dupla dimensão, tanto de narração no processo como de narração como processo. A narratividade é discutida com referência seja à jurisprudência constitucional, seja à própria Constituição, entendida como um processo público. O estudo cultural do direito considera a linguagem jurídica não como instrumento, mas como conjunto de signos que exigem interpretações plurais.

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Publicado

2015-05-20

Como Citar

VESPAZIANI, Alberto. O poder da linguagem e as narrativas processuais. ANAMORPHOSIS - Revista Internacional de Direito e Literatura, Porto Alegre, v. 1, n. 1, p. 69–84, 2015. DOI: 10.21119/anamps.11.69-84. Disponível em: https://periodicos.rdl.org.br/anamps/article/view/33. Acesso em: 11 jun. 2026.

Edição

Seção

Artigos