O poder da linguagem e as narrativas processuais
DOI:
https://doi.org/10.21119/anamps.11.69-84Palavras-chave:
linguagem, poder, narração, constituição, jurisprudência, processoResumo
O texto questiona a ambivalente relação que liga o poder da linguagem à linguagem do poder. Explora, portanto, o conceito de narração em sua dupla dimensão, tanto de narração no processo como de narração como processo. A narratividade é discutida com referência seja à jurisprudência constitucional, seja à própria Constituição, entendida como um processo público. O estudo cultural do direito considera a linguagem jurídica não como instrumento, mas como conjunto de signos que exigem interpretações plurais.Downloads
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