El movimiento antropofágico y los derechos de los pueblos indígenas: el arte como instrumento para redimensionar derechos

Autores/as

DOI:

https://doi.org/10.21119/anamps.8.1.e974

Palabras clave:

derecho y arte, derechos humanos, movimiento antropofágico, pueblos indígenas

Resumen

En el año que el movimiento antropofágico, inaugurado en la semana del arte moderno, cumple 100 años, resulta intrigante observar el escenario actual en relación con las violaciones a los derechos de los pueblos indígenas. Los pueblos indígenas en Brasil han sufrido y siguen sufriendo numerosas violaciones de sus culturas, organizaciones, territorios y cuerpos. Las marcas históricas dejadas durante los años de formación nacional fueron escarificadas en la sociedad brasileña desde una perspectiva dominante de sesgo cultural, económico y jurídico contrarios a los pueblos indígenas. En ese sentido, el objetivo de la presente investigación es analizar, a partir de una articulación entre derecho y arte, la viabilidad del movimiento antropofágico como perspectiva de consolidación de los derechos indígenas en Brasil. A partir de ahí, se plantea la siguiente hipótesis:  a  través de las

 

posibilidades e implicaciones entre el derecho y el arte, el movimiento antropofágico se revela como un instrumento para redimensionar la lucha por los derechos de los pueblos indígenas en Brasil. La estructura metodológica se instrumentaliza a través del análisis de las potencialidades de las artes como forma de cuestionamiento y materialización de derechos.

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Biografía del autor/a

Douglas Oliveira Diniz Gonçalves, Universidad de Deusto

Doutorando em Direitos Humanos na Universidade de Deusto (Espanha). Mestrado em Direitos Humanos pela Universidade Tiradentes (Unit). Graduação em Direito pela Universidade Tiradentes (Unit). Bolsista da Cátedra UNESCO/Universidad de Deusto.

Hannah Silva Linhares, Universidade de Coimbra

Doutoranda em Direitos Humanos e Sociedades Contemporâneas no Centro de Estudos Sociais da Universidade de Coimbra (CES/UC – Portugal). Mestra em Direitos Humanos pela Universidade Tiradentes (Unit). Graduação em Direito pela Universidade Tiradentes (Unit).

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Publicado

2022-06-30

Cómo citar

GONÇALVES, Douglas Oliveira Diniz; LINHARES, Hannah Silva. El movimiento antropofágico y los derechos de los pueblos indígenas: el arte como instrumento para redimensionar derechos. ANAMORPHOSIS – Revista Internacional de Derecho y Literatura, Porto Alegre, v. 8, n. 1, p. e974, 2022. DOI: 10.21119/anamps.8.1.e974. Disponível em: https://periodicos.rdl.org.br/anamps/article/view/974. Acesso em: 17 ago. 2026.

Número

Sección

Artículos