Das armas às letras: as concepções de justiça no “Quixote”
DOI:
https://doi.org/10.21119/anamps.10.1.e1247Palabras clave:
Don Quijote, Derecho y literatura, Paul Ricoeur, hermenêutica, justiciaResumen
El propósito de este trabajo es examinar hasta qué punto las aventuras del protagonista del Quijote ilustran la posibilidad de realizar la justicia, aunque habitualmente se considere utópica su búsqueda de justicia. Para delimitar mejor el enfoque, se elige como núcleo de la investigación el último acontecimiento de la novela: la redacción del testamento de don Quijote, acto que ilumina el proceso de maduración del protagonista. La metodología utilizada es la hermenéutico-dialéctica, y se adopta como presupuesto el constructo teórico de Paul Ricoeur, porque su modelo hermenéutico permite un análisis objetivo de la obra y su hermenéutica de lo justo puede considerarse un recurso pertinente para los estudios jurídico-literarios. En conclusión, se indica que, dentro de los presupuestos establecidos, es posible leer las aventuras de Don Quijote como una ilustración de la mejora gradual de las concepciones de justicia de un individuo o de una comunidad.
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